Os 14 Grandes Mestres de Xadrez Brasileiros

Os 14 Grandes Mestres Brasileiros

O xadrez brasileiro teve seu nome elevado no cenário mundial pela maestria de alguns de nossos célebres enxadristas. A contribuição de cada um foi e segue sendo importante para a nossa história. Para ficar por dentro desses grandes feitos, que tal conhecer um pouco da história destes 13 grandes mestres do xadrez? Confira a lista em ordem alfabética!

 

Alexandr Fier

Natural de Joinville, Santa Catarina, iniciou sua carreira muito jovem, vencendo o campeonato paranaense sub-10 logo aos seis anos de idade. Ainda nas categorias de base, destacou-se pelo vice-campeonato mundial sub-10 em 1998, disputado na Espanha.

Com dezesseis anos de idade, alcançou o título de Mestre Internacional e dois anos mais tarde o de Grande Mestre, tornando-se o segundo mais jovem brasileiro a atingir tal feito. Fier era um dos sete Grandes Mestres Internacionais brasileiros no ano de 2007, e passou a ser o número um em 2009, quando atingiu a posição 95 no ranking mundial. Na lista da FIDE de junho de 2018 ele é o número 2 do Brasil.

Dono de um estilo de jogo denominado “caótico” por ele próprio, é conhecido carinhosamente por sua legião de fãs como “No Fier”, que em inglês significa “sem medo”. Atualmente o jogador vive em Tbilisi, na Geórgia, com sua esposa, a também enxadrista Nino Maisuradze, e o filho do casal, o pequeno Viktor Fier. A mudança de endereço permite que Fier seja o enxadrista brasileiro mais atuante nos torneios internacionais, especialmente os europeus.

Fier é o atual campeão brasileiro de xadrez e está convocado para representar o Brasil na Olimpíada de 2018.

 

André Diamant

O enxadrista cearense radicado em São Paulo, André Diamant (Fortaleza, 1990), iniciou sua vida no xadrez logo aos quatro anos, aprendendo os princípios com seu pai. Com oito anos, iniciou suas aulas no Clube Hebraica, demonstrando um nível elevado de jogo. Patrocinado pelo clube, realizou um estágio de quatro meses na cidade russa de São Petersburgo, na Academia Alexander Khalifman e, mais tarde, morou nos Estados Unidos.

Tendo conquistado vários títulos, incluindo o pan-americano de 2001, integrou a equipe olímpica brasileira na 38ª Olimpíada de Xadrez. Em 2008, aos dezoito anos, sagrou-se campeão brasileiro, em uma das mais fortes finais de todos os tempos. Um ano depois conquistou o título de Grande Mestre, sendo o oitavo brasileiro a alcançá-lo.

Diamant esteve um tanto afastado dos torneios pelo período em que cursou faculdade nos Estados Unidos, mas no ano de 2015 nos brindou com a grata surpresa de seu retorno aos tabuleiros tupiniquins. Na lista FIDE de junho de 2018 ele é o número 8 do ranking nacional.

 

Darcy Lima

Darcy Lima (Rio de Janeiro, 1962) conquistou o título de Mestre Internacional em 1989 e Grande Mestre em 1997, tendo representado o Brasil em várias Olimpíadas. No ano de 2003 tornou-se campeão brasileiro absoluto pela 3ª vez, sendo apontado pelo site russo Chess Siberia como o melhor jogador de xadrez de setembro daquele ano.

Atualmente Darcy é presidente da Confederação Brasileira de Xadrez – CBX. A função administrativa não afastou o GM dos tabuleiros, que ainda compete, embora em menor intensidade. Atualmente ele é o jogador nº 6 do país, segundo a FIDE.

 

Evandro Barbosa

Natural de São Sebastião do Paraíso/MG, Evandro Amorim Barbosa tornou-se o 12º grande mestre brasileiro no ano de 2016, quebrando o jejum de 06 (seis) anos sem novos GM’s no país. A terceira norma era questão de tempo, mas seu desempenho no Campeonato Brasileiro Absoluto de 2015, quando terminou como vice-campeão, antecipou os fatos e o feito foi alcançado logo em seguida, no Circuito de GM do Nordeste, etapa de Natal/RN.

Evandro contou os segredos da sua trajetória até a norma definitiva na Palestra Online “Como se tornar um GM?” ministrada junto com GM Rafael Leitão. Um trecho da aula, no qual ele diz os livros que utilizou em sua preparação, está disponível no Canal da Academia Rafael Leitão no Youtube.

No ano de 2016, já como Grande Mestre, Evandro representou o Brasil pela primeira vez na Olimpíada de Xadrez de Baku, no Azerbaijão. Atualmente ele é 10º do ranking brasileiro.

 

Everaldo Matsuura

Nascido em Maringá, Paraná, em 1970, sagrou-se Mestre Internacional aos 26 anos de idade, com inúmeros títulos no currículo. Suas conquistas mais expressivas incluem o quarto lugar no Mundial de Cadetes, na Argentina, em 1986; algumas participações na Olimpíada de Xadrez e a classificação para a Copa do Mundo da FIDE.

Tornou-se o 11º Grande Mestre brasileiro em 2010 e, atualmente, tem a 15ª posição no ranking nacional de xadrez.

Em fevereiro de 2017, Matsuura conquistou seu segundo título brasileiro, 26 anos após a primeira conquista, ocorrida em 1991.

Ele é o 12º enxadrista brasileiro na lista da FIDE de junho de 2018.

 

Felipe El Debs

Nascido em São Carlos, São Paulo, em 1985, recebeu o título de Grande Mestre em 2010, obtendo a norma decisiva no Memorial Wanderley Cason de Melo, em Campinas. Felipe finalizou o campeonato de forma invicta, com nove pontos, dentre treze possíveis, vencendo dois dos cinco Grandes Mestres participantes.

No Campeonato Brasileiro sub-20 de 2005, no qual tornou-se Mestre FIDE, o título veio para coroar uma atuação perfeita, com 100% de aproveitamento.

Recentemente, El Debs conquistou seu primeiro torneio internacional, o Washington Congress 2015. Ele é o atual nº 7 do ranking nacional e integrou a equipe olímpica brasileira em Tromso-2014 e Baku-2016. El Debs foi convocado para representar o Brasil na Olimpíada 2018.

 

 

Gilberto Milos

Gilberto Milos (São Paulo, 1963) recebeu o título de Mestre Internacional em 1984 e Grande Mestre em 1988. Conquistou seis títulos nacionais entre os anos de 1984 e 1995 e participou da equipe olímpica em diversas ocasiões, além de ter representado nosso país em várias Copas do Mundo.

Dentre suas mais notáveis conquistas, estão os quatro títulos do Campeonato de Xadrez da América do Sul, sendo o último em 2007, além de expressivas colocações em Campeonatos Mundiais da FIDE.

É preciso destacar também que Milos foi treinador do GM Rafael Leitão durante muitos anos, desde que o maranhense passou a residir em Americana, em 1995. Rafael considera Milos um dos grandes responsáveis por sua conquista do título mundial sub-18 em 1996 e do seu título de GM, dois anos mais tarde. Veja a entrevista que Milos concedeu a Leitão no Canal da Academia o Youtube.

Por estar há mais de um ano sem disputar torneios oficiais, Gilberto Milos está inativo na lista de rating da FIDE em junho de 2018.

 

Giovanni Vescovi

O enxadrista brasileiro Giovanni Vescovi (Porto Alegre, 1978) começou logo aos três anos de idade a jogar xadrez. Em 1987, tornou-se vice-campeão mundial mirim, sendo o primeiro brasileiro a conquistar esse feito.

Grande Mestre desde o ano 1998, Vescovi já participou de campeonatos em mais de trinta países, tendo o domínio de cinco idiomas.

No início de 2010, foi considerado o melhor enxadrista brasileiro e 64º do mundo, conquistando, ao final desse mesmo ano, seu sétimo título nacional de xadrez.

Em 2012, teve sua última participação nas Olimpíadas de Xadrez de Istambul, passando a competir desde então apenas em alguns torneios por equipes aqui mesmo no Brasil. A inatividade do enxadrista na lista oficial da FIDE se deu porque ele passou a se dedicar ao mercado financeiro, como disse o próprio Vescovi em entrevista concedida ao GM Leitão

A “rivalidade” entre Vescovi e Leitão começou cedo, pois se enfrentaram pela primeira vez em 1987. Apesar de adversários no tabuleiro, sempre conservaram uma relação de amizade.

 

Henrique Mecking

Henrique Mecking (Santa Cruz do Sul, 1952), o Mequinho, como é conhecido, é considerado a lenda do xadrez brasileiro.

Bicampeão do Torneio Interzonal e duas vezes candidato a desafiante ao título mundial, Mequinho, no ano de 1977, alcançou a terceira posição no ranking mundial. Infelizmente, por motivo de doença, precisou se afastar e sua carreira foi imensamente prejudicada. Retornou apenas em 1991 ao xadrez de forma mais concreta, atuando ainda em alto nível.

Mequinho passou a disputar torneios online, como os realizados no Internet Chess Club. Contando com 25 mil jogadores, sendo aproximadamente 200 Grandes Mestres, alcançou por mais de dez vezes a primeira posição no ranking. Em 2008, conquistou o primeiro Campeonato Brasileiro por internet.

O primeiro grande mestre brasileiro ainda disputa matches e alguns torneios. Seu retorno aos tabuleiros aconteceu em fevereiro de 2017, quando jogou o III Floripa Chess Open, ficando em 15º lugar, o que o fez retornar à lista da FIDE como o nº 2 do Brasil em março de 2017. Atualmente ele é o número 3 do Brasil de acordo com a lista da FIDE em junho de 2018.

 

Jaime Sunye

Engenheiro civil e enxadrista de Curitiba, Jaime Sunye foi bicampeão brasileiro juvenil e campeão juvenil pan-americano. De dez participações no Campeonato Brasileiro de Xadrez, sagrou-se campeão em sete oportunidades, além de grandes apresentações em torneios interzonais e sul-americanos.

Sunye alcançou o título de Mestre Internacional em 1980 e de Grande Mestre seis anos depois, sendo o segundo brasileiro a alcançar tal feito. Representou o Brasil em nove olimpíadas e foi presidente da Confederação Brasileira de Xadrez entre 1988 e 1992, além de atuar como vice-presidente da FIDE para as Américas. Mais tarde, passou a dedicar-se a projetos de ensino de xadrez em escolas.

Sunye voltou a jogar torneios em 2018, tendo conseguido o vice-campeonato Paranaense (atrás de Fier). Na lista de junho de 2018 ele é o 13º melhor jogador do Brasil.

 

Krikor Mekhitarian

Enxadrista da cidade de São Paulo, Krikor é um dos mais fortes GMs brasileiros em atividade. Ele é conhecido e temido por suas preparações teóricas de alto nível, já tendo trabalhado como analista para a lenda do xadrez mundial Levon Aronian. Krikor tem ascendência armênia e fala o idioma com fluência.

Em 2010, no torneio Open de Eforie, realizado na Romênia, conquistou sua terceira norma para tornar-se um Grande Mestre.

Campeão Brasileiro Absoluto de Xadrez no ano de 2013 e 2015, Krikor é o atual nº 5 do ranking nacional. Veja a entrevista que o GM concedeu a Rafael Leitão no Canal da Academia no Youtube.

 

Luís Paulo Supi

Nascido em Catanduvas-SP, em 25 de junho de 1996, Luís Paulo Supi se tornou o 14º Grande Mestre Brasileiro em dezembro de 2017.

A primeira norma de GM veio no Floripa Chess Open de 2016, quando liderou boa parte do torneio e lutou pela 1ª colocação até a última rodada. O resultado final foi o 4º lugar, no critério de desempate com o 2º e o 3º colocados.

A segunda norma foi conquistada junto com o título de Campeão Pan-Americano sub-20, ocorrido em Guatapé (Antioquia), Colômbia, em 2016, quando fez expressivos 8 pontos em 9 rodadas, sendo 2 empates e 7 vitórias.

A terceira e definitiva norma veio como um presente de natal antecipado, ao conquistar o ITT Magistral Acre 2017, ganhando 9 pontos de rating. Dias antes, ele já havia somado 13 pontos aos seus 2530, quando venceu o II Aberto do Brasil de Xadrez Cidade de Rio Branco, no Acre.

Na lista de junho de 2018, Supi é o 4º colocado no ranking nacional.

 

Rafael Leitão

O heptacampeão brasileiro Rafael Leitão (São Luís, 1979), detentor dos títulos de Grande Mestre Internacional pela FIDE e ICCF, começou a jogar xadrez logo aos seis anos de idade e, aos nove, conquistou o título de campeão brasileiro mirim sub-10, o primeiro de uma carreira de sucesso.

Aos quinze anos de idade, Rafael tornou-se Mestre Internacional e em 1998, Grande Mestre, sendo o mais jovem brasileiro a atingir tal conquista.

Dentre participações em olimpíadas e campeonatos mundiais, obteve destaque no mundial de Nova Delhi, em 2000, terminando entre os dezesseis melhores do mundo e na Olimpíada de Xadrez de Turim (2006), conquistando a medalha de prata, melhor posição atingida por um brasileiro na história desse evento.

Pela FIDE, é o único brasileiro a deter dois títulos mundiais (sub-12 e sub-18). Em decorrência do alto nível da competição, a conquista do mundial sub-18 foi de extrema relevância para o xadrez brasileiro.

Em 2012, com o terceiro lugar no Mundial de Xadrez por Correspondência, Rafael tornou-se Grande Mestre nesta categoria, título homologado pela Federação Internacional de Xadrez por Correspondência (ICCF).

Atualmente, Rafael Leitão é o jogador nº 1 do Brasil, de acordo com a lista da FIDE do mês de junho de 2018. Saiba mais sobre a carreira de Leitão no nosso artigo Os 30 Anos de Carreira do GM Rafael Leitão.

 

Yago Santiago

Nascido em 17 de abril de 1992, o pernambucano Yago de Moura Santiago aprendeu a jogar xadrez aos 8 anos de idade com o pai. No ano de 2009 ele foi campeão absoluto do Nordeste do Brasil após vencer o II Memorial Governador Miguel Arraes, também conhecido como “Nordestão”. No ano de 2010, o feito foi repetido.

Em 2012, após se tornar vice-campeão do Campeonato Sulamericano de Xadrez Sub-20, realizado em Assunção, no Paraguai, Yago consagrou-se Mestre Internacional.

Em julho de 2017, depois de vencer o XVII Magistral Internacional Ciudad de Río Grande, na Argentina, Yago tornou-se o 13º brasileiro a conquistar o título de Grande Mestre Internacional de Xadrez, após atingir 2.500 pontos de rating, já que havia conquistado as 3 normas de GM necessárias à outorga do título.

De acordo com a lista da FIDE de junho de 2018, ele é o enxadrista nº 15 do Brasil.

 

 

Gostou de conhecer a história dos 14 Grandes Mestres brasileiros? Deixe sua opinião nos comentários a respeito dos seus ídolos!

 

* Texto atualizado em junho de 2018. 

 

 

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38 Respostas a “Os 14 Grandes Mestres de Xadrez Brasileiros”

  • Celso Tomazelli

    Feras, pessoas que fazem o xadrez brasileiro ser reconhecido a nível mundial

  • Luiz Claudio

    Muito bom, pena que estas informações sejam tão pouco divulgadas. Eu não sabia quantos eram, e conhecia apenas de nome a maior parte.

    • Jacilene

      É verdade. Moro na Noruega e ao ver o campeão aqui. Magnus Karlsen, me perguntei quem são os enxadristas brasileiros mais conhecidos. Deveriamos pôr algo no facebook para divulgar mais o esporte no Brasil

  • Antonio Alves

    Muito bom, mas infelizmente é um número ridiculamente pequeno de GMs no Brasil, mesmo com o sucesso que fez o Mequinho décadas atrás.

  • Horacio Prol Medeiros

    Muito bom o resumo das carreiras dos GMs brasileiros Rafael! Felizmente tive a oportunidade de enfrentar dez deles, o único que não medi forças foi com o GM Jaime Sunye!

    • Moisés

      Como foram os resultados, conseguiu pelo menos empatar com algum deles?

  • Leonardo

    gostaria de entender porque o governo brasileiro não apoia o xadrez, vi dizerem que o xadrez no brasil não é sequer reconhecido como esporte olímpico pois uma grande jogadora me disse que não a sequer uma bolsa atleta para os atletas deste nobre esporte! e mesmo assim temos muitos que se destacam a nive internacional e representam la fora nosso injusto brasil !

  • Francisco Costa

    Para quem já dedicou tempo estudando o xadrez sabe o quão difícil é chegar ao nível de excelência que esses cara chegaram. São as jóias da coroa brasileira. O que ganharam com isso? Seus nomes na história. Muito poucos o terão.

  • Artur Monteiro

    Sunye conquistou a medalha de ouro na olimpíada de 92. Acho que no tab.2

    • Rafael Leitão

      Tem razão, medalha de ouro no tabuleiro 2 com 8/10.

  • Juvenal

    Sempre fui fã do Leitão!!!E aprecio muito o seu xadrez!!!

    • Rafael Leitão

      Obrigado! :)

  • Lao Ferraz

    Só um pequeno reparo linguístico: Krikor Sevag Mekhitarian tem ascendência armênia, não descendência.

    • Rafael Leitão

      Obrigado pela correção. Lapso meu...

  • Rodrigo

    Todos muitos bons... Em destaque Leitão, Fier,Krikor e é claro o lendario MEKINHO... Ai Rafael, Mekinho daria uma boa entrevista.... Parabens a todos...

  • Giovannii serafim

    foi muito bom conhecer essas feras na historia do xadrez particularmente tenho jogado com os enxadristas de alto nivel que são os russos, ucranianos

  • Roberto Barbosa de Abreu

    PARABÉNS pelo seu site, caro Mestre Rafael Leitão! PARABÉNS a todos os grandes Mestres Brasileiros. Muita inspiração e, cada vez mais, sucesso a todos os enxadristas. Que novos Mestres surjam para o crescimento dessa nossa Galeria notável. Grande abraço.

  • Paulo

    É muito bom saber que temos grandes jogadores desse esporte de tão alto nível. Parabéns pelo seu trabalho e que o Brasil venha a formar mais e mais GM.

  • Jairo

    Agora tem também o Evandro Barbosa . . .

  • ANTONIO ROZELI ALVES RODRIGUES

    Fico muito Alegre e orgulhoso de ser brasileiro por saber que encontramos no nosso meio pessoas de capacidade e inteligência tão boa quantos os estrangeiros... O xadrez está bem representado por esses campeões. Sou um bom aluno do xadrez... AR

  • Carla Volpe

    Olá a todos, sou professora de Educação Física e por admiração ao meu esposo, diga-se de passagem um grande jogador de xadrez, ao vê-lo ensinando minha filha bem pequena, na época com 5 aninhos, busquei inspiração para levar o xadrez para dentro da escola onde lecionava. Foi um projeto com duração de 1 ano; como muitos comentaram, não tinha subsídios para as aulas, mas o total apoio da direção no final deste um ano todo o corpo docente viu a melhora das crianças no tocante a atenção e concentração, memória e tomada de decisões, além é claro do desempenho na matemática ter obtido um grande salto. Agradeço a todos que levam o xadrez a tornar-se um esporte mais democrático e acessível no nosso país.

  • Serguei Popov

    Tiblisi - > Tbilisi (a cidade onde vive o Fier)

  • Leandro Campelo

    Muito bom! Só não joguei ainda com Mecking e Sunye.

  • Carlos Americano

    Parabéns a todos, pois todos são merecedores de elogios, pois num Pais onde não se tem nenhum apoio para este esporte, chegar a esta posição é muito dificil. Parabéns em especial ao amigo Mequinho que mesmo tendo passado todas as adversidade ainda hoje mostra um Xadrez de alto nivel.

  • José Henrique

    Muito esclarecedor seu post! Obrigado!

  • VALDEMAGNO SILVA TORRES

    Grandes. Meu Pernambuco tem um. Agora, bora formar desafiantes, depois, quem sabe, um Campeão Mundial Absoluto. Mequinho não poderia ser considerado um Campeão Mundial por Correspondência, ainda que sem coroa?????

  • Miguel

    Que pena que não segui nessa nobre arte. Quando tinha 6 anos fui 3º colocado no Estadual do RJ isso em meados de 80. Por falta de apoio familiar não tive como seguir. Mas até hoje costumo jogar umas partidas com amigos. Parabéns à reportagem e aos GM e demais campeões brasileiros. Que pena que o País não divulga o xadrez.

  • PAULO HUMBERTO PINHEIRO DE SOUZA

    Meu ídolo continua sendo Rafael Leitão. Parabéns, Rafael, pelo texto atualizado e bem escrito. Tenho orgulho de ser seu aluno AT - Acesso Total. Um grande abraço.

    • Rafael Leitão

      Muito obrigado pelas palavras, Paulo!

  • Marcelo Amaral

    Reconheço o talento de todos os enxadristas brasileiros... mas deixo aqui uma admiração especial ao Henrique Mecking ou simplesmente Mesquinho.

  • Marcelo Amaral

    Reconheço o talento privilegiado de todos os enxadristas brasileiros... Inclusive ao nosso atual número 1, Rafael Leitão... Mas tenho também uma admiração especial ao Henrique Mecking ou simplesmente Mequinho.

  • Léo Pires

    Quando foi o primeiro torneio de xadrez que originou estes rankings?

  • Fabio Savian

    Ótima matéria da Academia RL, fazendo um resumo preciso da brilhante carreira de todos esses excepcionais enxadristas que alcançaram o dificílimo e laureado título máximo do xadrez mesmo nascendo num país com pouca tradição e diminuto apoio ao Esporte. Todos vocês são verdadeiros heróis de nosso amado Xadrez e para sempre serão lembrados.
    Abraço especial ao GM Leitão, do qual sempre fui admirador, parabenizando pelo excelente trabalho no ensino e fomento da modalidade em nosso país com sua Academia. Sucesso sempre!

    • Rafael Leitão

      Muito obrigado pelas palavras, Fabio!

  • Bruna borges

    muito bom, xadrez realmente precisa de muita concentração , é um jogo admirado principalmente por mim, estudante que estou iniciando....... xadrez adooooro

  • Thiago Oliveira

    Bom em 2006 conheci o Luís Paulo torneio brasileiro de equipes realizado em Sertãozinho SP
    Nunca imaginei que aquele que enfrentava seria futuramente um GM
    Parabens

  • Renato

    Faltou o MI Helder Câmara!
    Autor da Defesa Câmara.

    • Rafael Leitão

      O artigo é apenas sobre os grandes mestres.

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