Giro Olímpico: Meninas do Brasil na Badalona

Giro Olímpico: Meninas do Brasil na Badalona

Giro Olímpico: Meninas do Brasil na Badalona

Após os torneios de Benasque e Andorra, a equipe olímpica feminina do Brasil encerrou a turnê pela Europa no 44º Aberto da Badalona, na Espanha, entre os dias 1 e 9 de agosto. Badalona é uma cidade litorânea na região de Barcelona.  O torneio contou com a participação de 132 jogadores de 26 países. Do total, 48 titulados, sendo 4 GM´s e 14 MI´s.

Depois de nove rodadas, o título do evento ficou com o MI colombiano Andres Felipe Gallego Alcaraz (2500 pontos de rating FIDE). O enxadrista campeão fez sete pontos e teve melhor desempate em relação ao MI espanhol Jordi Fluvia Poyatos (2441) e ao MI cubano Luis Lazaro Aguero Jimenez (2482).

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MF Juliana Terao, WMF Julia Alboredo, WMF Suzana Chang, Kathiê Librelato, Ana Rothebarth e Thauane de Medeiros foram as representantes brasileiras em Badalona. A participação faz parte do projeto “Damas em Ação, Rumo à Maestria” e visa o desenvolvimento do xadrez feminino e a preparação da equipe brasileira para a Olimpíada de Xadrez 2018, em Batumi, na Geórgia.

 

Desempenho

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WMF Suzana Chang fez um torneio positivo na Badalona

 

A melhor brasileira na competição foi a MF Juliana Terao (2295), única a fazer 5,5 pontos. Terao terminou na 26ª colocação e perdeu sete pontos de rating FIDE. A WMF Suzana Chang (2011) fez um bom torneio e terminou na 49ª posição com 5,0 pontos. Chang faturou dez pontos de rating. Já Thauane Medeiros (1990) somou 4,5 pontos e ganhou dois pontos no ranking internacional.

Infelizmente, a WMF Julia Alboredo, Kathiê Librelato e Ana Rothebarth não conseguiram repetir os bons desempenhos de Benasque e Andorra e perderam rating em Badalona. De todo modo, Ana Rothebarth resumiu nas redes sociais a participação nos torneios europeus de forma positiva.

“Acredito que um dos passos importantes para o aperfeiçoamento é aceitar os desafios. O roteiro idealizado para a Europa envolveu vários: busca por patrocínio e apoio, convivência com outras pessoas, adaptação à outra cultura, passar um período longo fora de casa e, ao que faz com que isto tudo faça sentido, uma nova experiência jogando xadrez.

No decorrer dos três torneios que disputei, senti que o esforço provoca capacidade e que sucesso também é superação. Apesar de o resultado quantitativo ter terminado negativo, em muito me agregou a vivência, tanto pessoal como profissional. Retorno ao Brasil com muitas informações para trabalhar e aplicar no melhor que eu possa ser” afirmou Ana Rothebarth.

 

Expectativa

Não há dúvidas de que a experiência, de pouco mais de um mês, fará bem ao time olímpico feminino brasileiro. Só o conhecimento adquirido nas dezenas de partidas disputadas por cada enxadrista é suficiente para gerar uma evolução no jogo. A redação da Academia Rafael Leitão acompanhou as meninas do Brasil nos três torneios e segue na torcida por um grande desempenho do xadrez brasileiro nas Olimpíadas de Batumi, na Geórgia, entre os dias 23 de setembro a 7 de outubro.

Mais informações sobre o Aberto de Badalona.

 

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